Começa na próxima segunda-feira, 9, a XIX Semana de Comunicação, SemanaCom, organizada pelo Departamento de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG. Integrado ao evento, acontece também, entre 12 e 14 de agosto, a I Jornada Beltraniana de Ciências da Comunicação, evento nacional para discussão sobre a importância de Luiz Beltrão para o jornalismo e que tem como tema os 50 anos de lançamento do livro “Iniciação à filosofia do Jornalismo.” Os dois eventos ocorrem no Grande Auditório do Campus Central da UEPG.
Segundo a chefe do Departamento, Karina Janz Woitowicz, a SemanaCom deste ano aborda os 25 anos do curso e a importância da formação profissional, “promovendo interação e oportunidade de conhecer outros profissionais, o mercado da comunicação e saber o que está sendo pensado e discutido”. Além das palestras, terá também café cultural, concursos, oficinas, atrações culturais, rádio ao vivo, mostra de documentários e exposição fotográfica.
A Jornada, de acordo com Woitowicz, é organizada pela UEPG e Cátedra Unesco de Comunicação e dá início a outras oito em comemoração ao centenário de nascimento, em 2018, de Luiz Beltrão, educador e pioneiro da pesquisa científica sobre os fenômenos comunicacionais nas universidades brasileiras. Estão confirmados palestrantes de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo e Paraná. Entre eles está Roberto Benjamin, que conviveu com Beltrão, e José Marques de Melo, que será homenageado pela sua trajetória na área e atuação no curso da UEPG.
O lançamento dos eventos será nesta quinta-feira, 5, no Hotel Planalto, à partir das 17h, e contará também com o lançamento do selo em comemoração ao aniversário do curso. No sábado, 14, será o Jantar Comemorativo dos 25 anos, no Bistrô Restaurante. Os eventos têm apoio da Agência de Jornalismo, Centro Acadêmico João do Rio, Fundação Araucária, Diário dos Campos, Heineken Brasil e Hotel Planalto. Mais informações pelos telefones (42) 3220-3361 ou (42) 3220-3389.
Texto:
Eduardo Godoy
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Cidade Joia
A maior cidade da mesorregião do Norte Pioneiro do Paraná (IBGE, 2009), Santo Antônio da Platina, começa sua história com a chegada de colonizadores desde 1880. Em 1901 cria-se o “Distrito de Paz no patrimônio Santo Antônio da Platina” do município de Nova Alcântara (atual Jacarezinho). Seu desmembramento e elevação a município acontece em 1924.
O nome, segundo o historiador Israel Pereira de Castro, é contestado por três famílias, porém os relatos são muito parecidos. A “Platina” provém, certamente, das águas claras que corriam próximo à serra da Pedra Branca – local de início do povoamento e, hoje, distrito da Platina – que poderia conter o minério ou brilhava muito quando o sol as refletia. Já o “Santo Antônio” é, segundo a família Pedreiros, originário do nome Antônio de quatro de seus integrantes: o sogro, a sogra, o pai e um primo. A família Messias afirma, porém, que a procedência é da devoção do povoador ao santo. Por fim, os Albanos não explicam a origem do início do nome, só o final.

Texto:
Eduardo Godoy
Fotos:
Eduardo Godoy
1 - Igreja Matriz/Paróquia Santo Antônio de Pádua
2 - Ipê amarelo na Avenida Oliveira Motta
3 - Arco-íris chegando na Igreja Matriz
4 - Morro do Bim
domingo, 1 de agosto de 2010
Pode mudar?
O logo da Copa do Mundo FIFA 2014 foi lançado há pouco tempo. Mesmo eu não gostando da Copa do Mundo (e de muitos aspectos do futebol), gosto de ver a arte gráfica das competições. A da África do Sul eu gostei. Já a do Brasil, achei estranha. Como o designer gráfico norte-americano Felix Sockwell contou à Flávia Perin, do UOL Esportes, a ideia é boa, já a execução é deficiente. Aqueles dedos parecem de alienígenas. A cor é opaca e feia. Aquele 2014 em vermelho no meio ficou estranho. Ou seja, não gostei. Pode contratar o Sockwell para mudar?

Alguns trechos da matéria:
Em tom bem-humorado, o diretor de arte – que acumula experiência em grandes agências de publicidade como DDB, The Richards Group e Ogilvy – mapeou os pontos críticos da marca oficial da Copa de 2014, que tantas polêmicas tem motivado desde que foi lançada. Para ele, a ideia parece “OK”, já a execução é gravemente deficiente e as proporções do troféu não foram corretamente elaboradas.
Sockwell afirma que esteticamente as mãos do desenho não parecem humanas, que mais lembram a forma de sapos. Além disso, ele argumenta que o fato de os dedos estarem grudados pode gerar problemas de impressão em tamanhos menores.
Sobre o “2014” inserido no logo, questiona: “Os números aqui? Por quê? E por que em vermelho?” Ele ressalta que seria melhor empregar apenas duas ou três cores, e não adicionar uma quarta. “O Brasil é verde, azul e amarelo. Tirem o vermelho.”
As graduações de cor (tons entre verde e amarelo no topo da taça) também são desnecessárias, na sua opinião: “Gradientes não produzem bem em uma cor, especialmente sobre pano, couro e superfícies ásperas. É melhor mantê-las [as tonalidades] simples.” Segundo o designer, quanto mais simples, mais se enfatiza o aspecto tridimensional.
Outra falha apontada pelo norte-americano se refere aos símbolos de “Registrada” e “Copyright” (identificados pelas letras R e C), que poderiam ser substituídos apenas por “Trademarked” (TM) em tamanho menor.
Matéria disponível em:
http://esporte.uol.com.br/futebol/copa-2014/ultimas-noticias/2010/07/30/designer-dos-eua-descreve-logo-da-copa-2014-como-um-pesadelo.jhtm

Alguns trechos da matéria:
Em tom bem-humorado, o diretor de arte – que acumula experiência em grandes agências de publicidade como DDB, The Richards Group e Ogilvy – mapeou os pontos críticos da marca oficial da Copa de 2014, que tantas polêmicas tem motivado desde que foi lançada. Para ele, a ideia parece “OK”, já a execução é gravemente deficiente e as proporções do troféu não foram corretamente elaboradas.
Sockwell afirma que esteticamente as mãos do desenho não parecem humanas, que mais lembram a forma de sapos. Além disso, ele argumenta que o fato de os dedos estarem grudados pode gerar problemas de impressão em tamanhos menores.
Sobre o “2014” inserido no logo, questiona: “Os números aqui? Por quê? E por que em vermelho?” Ele ressalta que seria melhor empregar apenas duas ou três cores, e não adicionar uma quarta. “O Brasil é verde, azul e amarelo. Tirem o vermelho.”
As graduações de cor (tons entre verde e amarelo no topo da taça) também são desnecessárias, na sua opinião: “Gradientes não produzem bem em uma cor, especialmente sobre pano, couro e superfícies ásperas. É melhor mantê-las [as tonalidades] simples.” Segundo o designer, quanto mais simples, mais se enfatiza o aspecto tridimensional.
Outra falha apontada pelo norte-americano se refere aos símbolos de “Registrada” e “Copyright” (identificados pelas letras R e C), que poderiam ser substituídos apenas por “Trademarked” (TM) em tamanho menor.
Matéria disponível em:
http://esporte.uol.com.br/futebol/copa-2014/ultimas-noticias/2010/07/30/designer-dos-eua-descreve-logo-da-copa-2014-como-um-pesadelo.jhtm
Espera-se a novidade
São Paulo, 14 de julho de 2010

Tarde fria e chuvosa, tempo característico da capital paulista. São Paulo é conhecida como a terra da garoa, não que essa antonomásia seja adequada contemporaneamente, caberia melhor terra dos temporais ou mais amplamente a terra que saturou.
A segunda maior cidade da América Latina tem um número de habitantes descomedido: 10.886.518. Estes algarismos se refletem na economia, sendo assim dona do décimo maior acúmulo econômico do mundo e que inevitavelmente tem resultados no seu sistema de transportes e moradia, constituindo cernes de discussões constantes, mas de soluções ainda não existentes.
A exposição de números sobre a capital econômica do país poderia tomar um espaço e tempo imensuráveis com a amostra de dados sobre a quantidade de água gasta por seus habitantes, a produção de lixo em São Paulo, o quanto deste lixo é reciclado e assim por diante. Porém não é este o objetivo deste texto. Tais informações poderiam ser facilmente obtidas em qualquer site de buscas ao alcance de alguns meros cliques.
Todavia, essa imensidão de dados é inerte se não for analisada de uma maneira minimamente crítica e menos elitista possível. É difícil imaginar como essa quantidade imensa de pessoas se locomove em uma cidade que não foi planejada para tanto, sem contar com os outros tantos indivíduos residentes nos municípios vizinhos - a urbe que forma a chamada área metropolitana - e se dirigem à capital para trabalhar, estudar ou fazer compras. Levando em conta isto, essa idealização fica cada vez mais distante e até certo ponto impossível; não que isso preocupe as autoridades responsáveis, que apenas colocam ‘panos quentes’ no assunto para a próxima gestão, concebendo assim uma discussão sem afinco e objetivo.
Esta constatação, que não é inédita obviamente, interessa muito mais ao proletariado do que à elite, pois esta tem meios para amenizar tal incômodo e não depende tanto do transporte público e outros serviços quanto a classe operária. Até aqui, nada de novo. A nata política não se empenha em resolver o problema de uma vez por todas e assim apenas o maquia temporariamente, enquanto a grande massa sofre com o descaso.

A inovação acontece quando a época de campanha eleitoral se aproxima e com ela os poucos representantes do poder saem de seus palacetes e se dirigem aos grandes conglomerados populacionais, transportados obviamente por seus carros de luxo, para pedirem, e muitas vezes comprarem, o voto dessas pessoas por quantias desprezíveis ou até mesmo por comida, remédios e até dentaduras.
Até aqui a novidade é periódica. A cada campanha eleitoral recomeça a atividade teatral dos candidatos - como também é periódico o ufanismo dos brasileiros, a cada quatro anos lá estão as bandeiras à mostra em todas as casas e lugares, acompanhadas de um patriotismo meramente futebolístico.
A novidade será realmente nova e inédita quando alguém enxergar um político usando o transporte público em São Paulo e sentindo-se satisfeito com isto, quando o paulistano não perder quatro horas por dia no trânsito e quando alguém, com poderes e vontade suficiente, finalmente se empenhar em resolver tal empecilho legitimamente metropolitano.
Texto:
Afonso Verner
Fotos:
1 - Glauco Araújo/G1
2 - Luiz Guarnieri/Futura Press

Tarde fria e chuvosa, tempo característico da capital paulista. São Paulo é conhecida como a terra da garoa, não que essa antonomásia seja adequada contemporaneamente, caberia melhor terra dos temporais ou mais amplamente a terra que saturou.
A segunda maior cidade da América Latina tem um número de habitantes descomedido: 10.886.518. Estes algarismos se refletem na economia, sendo assim dona do décimo maior acúmulo econômico do mundo e que inevitavelmente tem resultados no seu sistema de transportes e moradia, constituindo cernes de discussões constantes, mas de soluções ainda não existentes.
A exposição de números sobre a capital econômica do país poderia tomar um espaço e tempo imensuráveis com a amostra de dados sobre a quantidade de água gasta por seus habitantes, a produção de lixo em São Paulo, o quanto deste lixo é reciclado e assim por diante. Porém não é este o objetivo deste texto. Tais informações poderiam ser facilmente obtidas em qualquer site de buscas ao alcance de alguns meros cliques.
Todavia, essa imensidão de dados é inerte se não for analisada de uma maneira minimamente crítica e menos elitista possível. É difícil imaginar como essa quantidade imensa de pessoas se locomove em uma cidade que não foi planejada para tanto, sem contar com os outros tantos indivíduos residentes nos municípios vizinhos - a urbe que forma a chamada área metropolitana - e se dirigem à capital para trabalhar, estudar ou fazer compras. Levando em conta isto, essa idealização fica cada vez mais distante e até certo ponto impossível; não que isso preocupe as autoridades responsáveis, que apenas colocam ‘panos quentes’ no assunto para a próxima gestão, concebendo assim uma discussão sem afinco e objetivo.
Esta constatação, que não é inédita obviamente, interessa muito mais ao proletariado do que à elite, pois esta tem meios para amenizar tal incômodo e não depende tanto do transporte público e outros serviços quanto a classe operária. Até aqui, nada de novo. A nata política não se empenha em resolver o problema de uma vez por todas e assim apenas o maquia temporariamente, enquanto a grande massa sofre com o descaso.
A inovação acontece quando a época de campanha eleitoral se aproxima e com ela os poucos representantes do poder saem de seus palacetes e se dirigem aos grandes conglomerados populacionais, transportados obviamente por seus carros de luxo, para pedirem, e muitas vezes comprarem, o voto dessas pessoas por quantias desprezíveis ou até mesmo por comida, remédios e até dentaduras.
Até aqui a novidade é periódica. A cada campanha eleitoral recomeça a atividade teatral dos candidatos - como também é periódico o ufanismo dos brasileiros, a cada quatro anos lá estão as bandeiras à mostra em todas as casas e lugares, acompanhadas de um patriotismo meramente futebolístico.
A novidade será realmente nova e inédita quando alguém enxergar um político usando o transporte público em São Paulo e sentindo-se satisfeito com isto, quando o paulistano não perder quatro horas por dia no trânsito e quando alguém, com poderes e vontade suficiente, finalmente se empenhar em resolver tal empecilho legitimamente metropolitano.
Texto:
Afonso Verner
Fotos:
1 - Glauco Araújo/G1
2 - Luiz Guarnieri/Futura Press
sábado, 31 de julho de 2010
Voto Consciente
sexta-feira, 30 de julho de 2010
A onda
Engenheiros do Hawaii
Composição: Humberto Gessinger
Força não há capaz de enfrentar
Uma ideia cujo tempo tenha chegado
A força não é capaz de salvar
Uma ideia cujo tempo tenha passado
Pra pegar a onda tem que estar
Na hora certa, num certo lugar
Pra pegar a onda, deixa estar:
Deixa a onda te pegar
Deixa a onda te levar
Pra pegar a onda tem que estar
Na hora certa, num certo lugar
Pra pegar a onda, deixa estar:
Deixa a onda te pegar
Deixa a onda te levar
Pra pegar a onda tem que estar
Surfando Karmas & DNA
Não dá pra domar a força do mar
Deixa a onda te pegar
Deixa a onda te levar (5x)
http://www.youtube.com/watch?v=7w5gT7A1fqY
Composição: Humberto Gessinger
Força não há capaz de enfrentar
Uma ideia cujo tempo tenha chegado
A força não é capaz de salvar
Uma ideia cujo tempo tenha passado
Pra pegar a onda tem que estar
Na hora certa, num certo lugar
Pra pegar a onda, deixa estar:
Deixa a onda te pegar
Deixa a onda te levar
Pra pegar a onda tem que estar
Na hora certa, num certo lugar
Pra pegar a onda, deixa estar:
Deixa a onda te pegar
Deixa a onda te levar
Pra pegar a onda tem que estar
Surfando Karmas & DNA
Não dá pra domar a força do mar
Deixa a onda te pegar
Deixa a onda te levar (5x)
http://www.youtube.com/watch?v=7w5gT7A1fqY
Norte Pioneiro é a primeira parada da Expedição Paraná
Uma expedição com o intuito de mapear as principais demandas regionais do Paraná começou esta semana pelo Norte Pioneiro. Uma equipe do jornal Gazeta do Povo (grupo RPC), vai percorrer todo o estado buscando histórias para retratar, em reportagens, as necessidades para o desenvolvimento sócio-econômico de cada região. O início foi na cidade de Siqueira Campos, na quarta-feira, 28, onde os repórteres Heliberton Cesca (texto) e Albari Rosa (fotografia) acompanharam a procissão de abertura da 79ª Festa do Senhor Bom Jesus da Cana Verde, uma das maiores celebrações religiosas do Paraná, que transforma o município durante 10 dias.A segunda parada, depois de passar por Santo Antônio da Platina, foi Andirá, na quinta-feira, 29. O tema desta vez foi a agricultura, já que grande parte da população desta cidade depende do cultivo da cana-de-açúcar. São seis usinas de álcool em atividade, que colaboram na composição da economia regional.
A Expedição Paraná faz parte da cobertura das eleições 2010 da Gazeta do Povo e do projeto Voto Consciente, do grupo RPC. Durante três semanas, os repórteres visitarão as regiões do Norte Pioneiro, Norte, Noroeste, Oeste, Centro-Oeste, Centro-Sul, Sudoeste, Sul, Campos Gerais, Litoral e, por fim, Curitiba e região metropolitana. Serão 11 reportagens contando histórias de paranaenses e quais as principais ações e investimentos necessários em cada região.

Os paranaenses podem acompanhar o “diário de bordo” pelo blog (veja endereço no final da matéria) e no site é possível ajudar a definir quais são as principais necessidades regionais. Cada internauta poderá indicar uma ou mais necessidades que precisam ser resolvidas. As demandas apresentadas irão compor um grande banco de dados, que irá gerar um mapa de reivindicações regionais. Para isso, basta preencher um cadastro no site. Ao mesmo tempo, será possível acessá-lo e ver quais são os principais pedidos dos leitores. O levantamento poderá ser usado para cobrar os candidatos sobre o posicionamento deles a respeito das reivindicações apresentadas. Essas informações podem ajudar também os repórteres a identificar as demandas ao longo da viagem.
Os repórteres
Albari Rosa – Repórter fotográfico com mais de 20 anos de experiência, sete deles na Gazeta do Povo. Já participou da cobertura de duas Copas do Mundo de Futebol, do projeto Expedição Safra, em que percorreu o Paraná e vários estados do Brasil e dos Estados Unidos para mapear a produção agrícola. Produziu, junto com o repórter Mauri König, a série Infância no Limite, que retrata casos de abuso sexual contra menores de idade no Brasil.
Heliberton Cesca – Repórter, especialista em Gestão Técnica do Meio Urbano. Já participou de duas coberturas eleitorais. Trabalha na Gazeta do Povo há um ano.
Serviço:
Blog da Expedição: www.gazetadopovo.com.br/blog/expedicaoparana
Disponível também em:
Imagens:
Divulgação/Gazeta do Povo
o-Parana.com
Texto:
Eduardo Godoy
Fezes?
Fui participar da Expedição Paraná, da Gazeta do Povo, e, quando ia digitar aquelas letrinhas chatas pra ver se é uma pessoa de verdade que está escrevendo, a surpresa: "fezes". Seria um aviso? Não à RPC, nem à Expedição Paraná, nem ao projeto Voto Consciente, mas à política brasileira que se vê diante de mais uma eleição - a primeira com a ação do Ficha Limpa, porém pouco tempo depois do caso Diários Secretos, maior escândalo na Assembleia Legislativa do Paraná.No próximo post escrevo um pouco sobre o Voto Consciente e Expedição Paraná, ambos projetos da Rede Paranaense de Comunicação, RPC. Aliás, a Expedição começou essa semana pelo Norte Pioneiro. Seria para "eliminar" no começo essa região, esquecida do resto do estado?
Desconfie
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu!
Luiz Fernando Veríssimo
Luiz Fernando Veríssimo
quinta-feira, 29 de julho de 2010
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