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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Lyra dos Campos se apresenta hoje


A Banda Escola Lyra dos Campos se apresenta hoje, 18, no auditório A do Cine Teatro Ópera. O concerto será em homenagem ao maestro Paulino Martins Alves, que dá o nome ao Conservatório Musical. A apresentação será a partir das 20h, com entrada gratuita.

Texto e foto: Eduardo Godoy

Incêndio em setor da Biblioteca Central da UEPG






Um incêndio por volta das 10h30 desta quarta-feira, 18, assustou aos funcionários do setor de Intercâmbio e Acervo Histórico da Biblioteca Central da UEPG. Segundo os funcionários, o fogo começou em um canto da sala onde ficam livros de acervo histórico, no Edifício Piquiri, localizado na Rua Dr. Penteado de Almeida, ao lado da Agência do Trabalhador. Ninguém ficou ferido e nenhum livro deteriorado. O Corpo de Bombeiros atendeu prontamente à ocorrência, o que permitiu que o fogo não se alastrasse. Entretanto, a fumaça era densa. No local ficam mais de 20 mil livros e trabalham quatro funcionários. Os alunos não tem acesso a este setor.

Texto e foto: Eduardo Godoy

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Acidente na Comendador Miró


Um acidente no início da noite desta quarta-feira, 04, interditou o trânsito na rua Comendador Miró, no centro de Ponta Grossa. Um Vectra, placa AVI-3999, capotou na subida da rua, entre a a Santos Dumont e Sete de Setembro, próximo ao Colégio Estadual Regente Feijó. A Polícia Militar e o Siate fizeram o atendimento no local. Apenas o motorista teve ferimentos leves.



Foto: Afonso Verner

sexta-feira, 25 de março de 2011

O circo chegou em Ponta Grossa

Unindo circo, teatro, dança, música e tecnologia, o Circo Roda estreou quinta-feira, 24, em Ponta Grossa com o auditório A do Cine Teatro Ópera lotado. Mais de 700 pessoas acompanharam, por uma hora e meia, o espetáculo DNA – somos todos muito iguais, roteirizado e dirigido por Hugo Possolo.

A peça apresenta uma temática que envolve assuntos como clonagem, mutação, deficiências físicas, ancestralidade e novas formas de vida. Possolo partiu da teoria da evolução das espécies, de Charles Darwin, para criar o roteiro. “Constatei algo científico que tem forte carga poética: entre os animais, a diferença no código genético é ínfima. Na maioria dos casos, entre os animais, nossos DNA’s são pouquíssimo diferentes. Então, somos todos muito iguais”, afirma o diretor e roteirista.

O Circo Roda nasceu da junção dos grupos teatrais Parlapatões e Pia Fraus, e une as experiências circenses de cada um, utilizando trapézios, malabares, tecido, corda, cama elástica, dentre outros. Além dos materiais comuns no circo, a companhia usa recursos da tecnologia para criar projeções no palco. O que não falta, porém, são os risos proporcionados pelos palhaços, que interagem durante toda a peça com o público.

O grupo já percorreu mais de 30 cidades brasileiras em cinco anos de atividade. Os espetáculos Oceano e Stapafúrdyo, que também passaram por Ponta Grossa, atingiram um público de mais de 300 mil espectadores em cerca de 470 apresentações no Brasil. Os 4200 ingressos para a turnê de seis apresentações na cidade esgotaram na tarde de quinta-feira. Os preços eram R$ 15 a inteira e R$ 7 a meia entrada.

Confira as fotos da primeira noite de espetáculos:














Texto e fotos: Eduardo Godoy

quinta-feira, 24 de março de 2011

Acamaruva associa 22 trabalhadores

Uma das entidades que recebe o lixo da Feira Verde, dos PEV’s, e que irá receber da coleta seletiva, é a Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Uvaranas (Acamaruva). Instalada em um barracão próximo ao Campus Uvaranas da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), a associação agrega 22 trabalhadores que trabalhavam como ‘carrinheiros’ (que passavam com ‘gaiotas’ pelas ruas recolhendo lixo reciclável) e catadores no antigo Lixão do Botuquara.

Segundo Waldir Macedo, responsável pelas associações, a Acamaruva recebe semanalmente 20 toneladas de lixo reciclável, separa os 34 tipos de materiais e vende para a empresa Rescisul. “Quase 1/3 do que recebemos é de ferro; os demais são outros materiais, como papelão, PET, garrafas de vidro, papel, plástico etc.”, explica Macedo. O que não é aproveitado, a empresa Ponta Grossa Ambiental recolhe diretamente no barracão.

Todos trabalham em uma cadeia de produção: as mulheres separam os materiais e os homens fazem o serviço de carregamento e prensa. Os associados recebem igualmente, de acordo com o que produzem. A renda média semanal de cada um é de R$ 130. Além da Acamaruva, outras três associações recebem lixo reciclável: em Oficinas (Acamaro), Nova Rússia (Acamaru) e Centro (Acamar).

O primeiro passo é a separação dos 34 tipos de materiais


Logo após, o material separado é prensado em uma máquina


O resultado são vários fardos de material reciclável, que depois são vendidos para uma empresa especializada em reciclagem


Isopor é um dos materiais inutilizáveis, que vão diretamente para o Aterro Sanitário do Botuquara



Texto e fotos: Eduardo Godoy

domingo, 20 de março de 2011

Do Haiti para a UEPG


O cenário de um desastre. Foi isso que os jornalistas Vanessa Rumor e Paulo Martins encontraram no Haiti, na visita que fizeram ao país no mês de Janeiro desse ano. A experiência da repórter e do cinegrafista foi compartilhada com os estudantes de Jornalismo da UEPG no último ‘Diálogos Sobre Mídia Regional’ (17/03).



Texto e foto: Afonso Verner
(Mais imagens do evento em http://flickr.com/afonsoverner)

quarta-feira, 16 de março de 2011

Odontologia na Comunidade


Uma parceria entre a ABO-PG (Associação Brasileira de Odontologia de Ponta Grossa), Prefeitura e Cescage (Centro Superior de Ensino dos Campos Gerais) leva atendimento odontológico gratuito à Comunidade Cristo Rei. Cada entidade contribui da sua maneira. A Prefeitura cede o espaço da Unidade de Saúde do Bairro e os insumos básicos (algodão, luvas e anestésicos). A ABO doou cadeiras odontológicas e os alunos, supervisionados pelos professores, fazem o atendimento.

Texto e foto: Afonso Verner

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Aos olhos de todos e todas

No cruzamento das avenidas João Manoel dos Santos Ribas com Anita Garibaldi, no Nova Rússia, o senhor descia com todo cuidado na cadeira de rodas, prestando atenção no semáforo para que desse o tempo necessário de atravessar as ruas. Na calçada, as crianças indígenas observavam o caminho feito pelo cadeirante, parando a brincadeira improvisada. O que estavam pensando? Provavelmente a imagem é mais uma novidade para os kaingang de Laranjeiras do Sul, que vieram à Ponta Grossa vender cestas de bambu. Porém, a cena não é tão rotineira para os ponta-grossenses também, devido à independência motora do senhor e coragem na movimentada descida íngreme.


Texto e foto: Eduardo Godoy

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

(des)Respeito ao passado

Durante 2010 comecei a perceber a desvalorização empenhada em prédios históricos. Prédios que revelam não só a arquitetura de uma época, mas trazem histórias escondidas em seus tijolos de barro artesanais e janelas de madeira. São resquícios da história local, de uma cultura retratada e localizada ao longo dos anos nas paredes descascadas de bibliotecas, cinemas, casas de comércio, bares e lares. E, depois de tanto tempo carregando as emoções humanas em forma de prédio, vão abaixo para dar lugar ao desenvolvimento desmedido e malvado. Tal desenvolvimento que se esquece do passado, relegando-o às fotografias em preto e branco. O filho desenvolvimento manda seu pai passado para o asilo do lixão, sem ouvir suas aventuras joviais, seus amigos e sentimentos. As lágrimas do prédio caem pelo encanamento da cozinha.

Antiga Biblioteca; futuro entulho

A foto acima, tirada na tarde de hoje, 11, é, talvez, uma das últimas imagens de mais um prédio que está morrendo em Santo Antônio da Platina. A casa, na rua Rui Barbosa, abrigou, durante anos, a Biblioteca Municipal José de Alencar. É (ou era) uma das últimas casas antigas no centro da cidade, tomada pelo comércio que vem se revitalizando nos últimos anos e enchendo as fachadas de placas e mais placas.

A Biblioteca foi alvo de uma matéria minha em 2008 devido aos problemas estruturais e administrativos. Chovia nas dezenas de livros armanezados em prateleiras que poderiam cair a qualquer minuto. Vi a situação pelas janelas, entreabertas, já que fui duas vezes ao local e não havia funcionário. Na terceira vez consegui conversar com um atendente, que informou que não poderia responder pelos problemas estruturais e a ausência de atendimento se devia à falta de funcionários da prefeitura.

Saí da Biblioteca e fui ao gabinete do Chefe do Departamento de Cultura, órgão integrante da Secretaria de Educação e Cultura. Dr. Neno Bartholomei disse que uma reforma era realmente necessária e iria sair, porém, sem data prevista. Sobre a falta de funcionários, resolveu na hora. Telefonou ao responsável, que disse estar de atestado médico. Acredite quem quiser... Em 2009 outros meios da imprensa local denunciaram a situação da Biblioteca Municipal, que foi transferida para uma recém-terminada ‘sala de comércio’, sem nenhuma característica que lembrasse um prédio cultural. Os livros foram salvos, mas o marco da cultura local, necessitada apenas de uma reforma, agora está indo abaixo.

Ao lado da demolição já é possível ver outro grande terreno, talvez do mesmo dono, com a terraplanagem pronta para se incorporar à área ‘limpa’. Possivelmente será construído mais um grande prédio para abrigar um comércio. Enquanto isso, a Casa da Cultura Platinense está fechada, esperando a prometida reforma; o prédio da antiga Casa Carvalho foi transformado em uma rosada lojinha de bijouterias; o velho Foto Tanko está dando lugar a outro ponto de comércio; a Casa das Meias morreu e em seu lugar levantaram duas lojas; o Calçadão Manoel Arrabaça Ribeirete, que eu chamava carinhosamente de ‘Calçadão Bossa-Nova’, foi transformado em uma mescla de cores estranhas, com pequenos espaços (das mesmas cores) para comércio de lanches e com postes de luzes horríveis; a praça São Benedito foi tomada por prédios públicos, inclusive uma Biblioteca Cidadã, do Governo Estadual, com arquitetura ‘sem-sal’; e a praça Frei Cristóvão Capinzal está às escuras, também aguardando a prometida reforma, principalmente no coreto (por mim tirava-o e colocava o antigo chafariz, muito mais bonito).

Os tijolos de barro artesanais e as janelas de madeira estão caindo. Com elas, o passado platinense, a história de uma cidade quase centenária e a cultura arraigada nos pisos e assoalhos de nossos antigos lares.


Texto: Eduardo Godoy
Foto: Eduardo Godoy

sábado, 8 de janeiro de 2011

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Incêndio destroi duas casas

Um incêndio no Jardim São Cristóvão na madrugada da terça-feira, 28, deixou duas casas de madeira destruídas. O fogo, que começou à 01h20, só foi controlado por volta das 2h30. Já o rescaldo deve prosseguir até cerca das 3h. Ninguém ficou ferido, apesar das chamas terem alcançado em torno de 10 metros. A família conseguiu retirar a tempo um botijão de gás e colchões, porém móveis, roupas e eletrodomésticos foram todos queimados. A tragédia mobilizou dois caminhões do Corpo do Bombeiros, uma ambulância e outra viatura da corporação. Dezenas de pessoas saíram de suas casas para acompanhar o trabalho do Corpo de Bombeiros, além de órgãos da imprensa, como o portal de notícias npdiario.com, jornal Tribuna do Vale e as rádios Difusora Platinense AM e Vale do Sol FM. É a primeira vez que ocorre um incêndio de tamanha proporção na vila e arredores.





Texto: Eduardo Godoy

Fotos: Eduardo Godoy

sábado, 18 de dezembro de 2010

Natal de Luz 2010 encanta público do Norte Pioneiro

O Natal de Luz 2010 começou no último sábado, 11, com público estimado em 2,5 mil pessoas. Com o tema “Tradição, Cultura e Fé”, o grupo, de 109 crianças e adolescentes, pretende mostrar os traços culturais brasileiros com muita música, cores e luzes. Ao final de cada apresentação, um espetáculo de fogos de artifício encanta o povo que assiste durante uma hora a apresentação, em pé, em frente ao Centro Pastoral Catequético Frei Clemente Vendramin. O show é organizado pelo Grupo de Canto Sementinha, Spaço Arte e Música e Paróquia Santo Antônio de Pádua, sob coordenação de Neuzeli França Ribeiro César e Marly Prado Papi Crespo. O evento, que em 2011 completa 10 anos, é patrocinado pelo Sicredi, Bordignon, Samp Fiat e Schmidt Honda, com apoio da Prefeitura Municipal de Santo Antônio da Platina. As próximas apresentações serão no domingo, 19, e o encerramento na quinta-feira, 23 de dezembro, com grande show pirotécnico ao final. Confira algumas fotos da apresentação de ontem, sexta-feira, 17.








Texto: Eduardo Godoy

Foto: Eduardo Godoy

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Cobertura fotojornalística - Tércio Albuquerque

O secretário estadual de Trabalho, Emprego e Promoção Social do Paraná, Tércio Albuquerque, esteve em Ponta Grossa na manhã da quinta-feira, 25. Albuquerque comandou a primeira reunião descentralizada do Conselho do Trabalho do Paraná. Na visita à Agência do Trabalhador local, conheceu os serviços prestados aos trabalhadores da cidade, como uma sala montada para atendimento de INSS, outra para Qualificação do Trabalho e ainda o programa Lanche Saúde, que distribui sanduíche e suco aos trabalhadores que passam pela Agência. Ele concedeu ainda entrevista exclusiva à Fabíola Thibes, da Rádio CBN - Ponta Grossa.

Um dos principais motivos para a visita foi o anúncio da implementação do Banco Social em Ponta Grossa. No programa, é concedido empréstimo à chefes de família que queiram iniciar uma micro ou pequena empresa. "Os valores vão de R$ 300 a R$ 10 mil, que podem ser utilizados para compra de máquinas de costura, como exemplo", conta Albuquerque. Após o pagamento do empréstimo, a mulher empreendedora pode ser atendida pelo Banco de Fomento, chegando a R$ 300 mil.

Na parte da tarde, o secretário participou de uma reunião com o prefeito Pedro Wosgrau Filho, o presidente do Conselho Municipal do Trabalho, Luiz Gustavo Batista de Carvalho e o superintendente estadual do Trabalho e Emprego, Elias Martins, que representou o Ministro do Trabalho e Emprego. Foi assinada a resolução 299/2010, que trata das Normas Operacionais Básicas do Conselho Público do Trabalho. Foi conversado também sobre a transferência patrimonial (mobiliários, equipamentos, materiais, maquinários e um veículo) do Estado para o Município.

Confira as fotos da visita à Agência do Trabalhador:

























Texto:
Eduardo Godoy
Fotos: Eduardo Godoy