Voem pensamentos
a noite é toda de vocês.
Descansem;
Divirtam-se;
Cantem;
Amem;
E não pensem muito.
Amém.
Mas voltem amanhã pela manhã
Preciso pensar.
[E. Godoy]
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quarta-feira, 30 de março de 2011
Lugares
Lá atrás do morro
morro de saudade
de dizer-te: te amo.
Cá desta parte
parte a esperança
do relógio ordenar: avança!
[E. Godoy]
morro de saudade
de dizer-te: te amo.
Cá desta parte
parte a esperança
do relógio ordenar: avança!
[E. Godoy]
quarta-feira, 16 de março de 2011
a m o r
A saudade corroi
A distância separa
A lembrança junta
E o amor...
Bom, o amor explode aqui dentro
e verte pelo sorriso no pensamento apaixonado
[E. Godoy]
A distância separa
A lembrança junta
E o amor...
Bom, o amor explode aqui dentro
e verte pelo sorriso no pensamento apaixonado
[E. Godoy]
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Clichê necessário
A era Dilma começa agora e é sempre bom lembrarmos um pouco sobre a realidade brasileira de tantos e tantos anos... desde Cabral. Essa realidade, porém, pode e deve ser mudada. Não só por políticos, mas pelo brasileiro! Afinal, somos espelhos uns dos outros, desde os atos mais simples, cotidianos, aos grandes rombos públicos. Começo de ano é o momento em que todos pensam em renovação. Renovemos também nosso pensamento. Esperançoso e justo 2011 a todos!
UNIMULTIPLICIDADE
Composição: Ana Carolina e Tom Zé
Neste Brasil corrupção
Pontapé bundão
Puto saco de mau cheiro
Do Acre ao Rio de Janeiro
Neste país de manda-chuvas
Cheio de mãos e luvas
Tem sempre alguém se dando bem
De São Paulo a Belém
Eu pego meu violão de guerra
Pra responder essa sujeira
E como começo de caminho
Quero a unimultiplicidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade
Não tenho nada na cabeça
A não ser o céu
Não tenho nada por sapato
A não ser o passo
Neste país de pouca renda
Senhoras costurando
Pela injustiça vão rezando
Da Bahia ao Espírito Santo
Brasília tem suas estradas
Mas eu navego é noutras águas
E como começo de caminho
Quero a unimultiplicidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade
SÓ DE SACANAGEM
Texto: Elisa Lucinda
Meu coração está aos pulos! Quantas vezes minha esperança será posta a prova? Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro. Do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente pra educar os meninos mais pobres que nós, pra cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais. Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais. Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta a prova? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais? É certo que tempos difíceis existem pra aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz. Meu coração tá no escuro. A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e todos os justos que os precederam. 'Não roubarás!', 'Devolva o lápis do coleguinha', 'Esse apontador não é seu, minha filha'. Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar! Até habeas corpus preventiva, coisa da qual nunca tinha visto falar, sobre o qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará! Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear! Mais honesta ainda eu vou ficar! Só de sacanagem!
Dirão: 'Deixe de ser boba! Desde Cabral que aqui todo mundo rouba!
E eu vou dizer: 'Não importa! Será esse o meu carnaval! Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos.'
Vamo pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo, a gente consegue ser livre, ético e o escambal.
Dirão: 'É inútil! Todo mundo aqui é corrupto desde o primeiro homem que veio de Portugal!'
E eu direi: 'Não admito! Minha esperança é imortal, ouviram? Imortal!'
Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quizer, vai dar pra mudar o final!
UNIMULTIPLICIDADE
Composição: Ana Carolina e Tom Zé
Neste Brasil corrupção
Pontapé bundão
Puto saco de mau cheiro
Do Acre ao Rio de Janeiro
Neste país de manda-chuvas
Cheio de mãos e luvas
Tem sempre alguém se dando bem
De São Paulo a Belém
Eu pego meu violão de guerra
Pra responder essa sujeira
E como começo de caminho
Quero a unimultiplicidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade
Não tenho nada na cabeça
A não ser o céu
Não tenho nada por sapato
A não ser o passo
Neste país de pouca renda
Senhoras costurando
Pela injustiça vão rezando
Da Bahia ao Espírito Santo
Brasília tem suas estradas
Mas eu navego é noutras águas
E como começo de caminho
Quero a unimultiplicidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade
SÓ DE SACANAGEM
Texto: Elisa Lucinda
Meu coração está aos pulos! Quantas vezes minha esperança será posta a prova? Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro. Do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente pra educar os meninos mais pobres que nós, pra cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais. Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais. Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta a prova? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais? É certo que tempos difíceis existem pra aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz. Meu coração tá no escuro. A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e todos os justos que os precederam. 'Não roubarás!', 'Devolva o lápis do coleguinha', 'Esse apontador não é seu, minha filha'. Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar! Até habeas corpus preventiva, coisa da qual nunca tinha visto falar, sobre o qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará! Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear! Mais honesta ainda eu vou ficar! Só de sacanagem!
Dirão: 'Deixe de ser boba! Desde Cabral que aqui todo mundo rouba!
E eu vou dizer: 'Não importa! Será esse o meu carnaval! Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos.'
Vamo pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo, a gente consegue ser livre, ético e o escambal.
Dirão: 'É inútil! Todo mundo aqui é corrupto desde o primeiro homem que veio de Portugal!'
E eu direi: 'Não admito! Minha esperança é imortal, ouviram? Imortal!'
Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quizer, vai dar pra mudar o final!
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Painel
O homem, o indivíduo, a espécie, a pessoa
suas máscaras, a célula
o mesmo, o outro, o movimento, o pouso
e tudo que não cabe nessas categorias
por conhecimento
a vida
por diversa
cumpre em uníssono o vôo da libélula
e o ensurdecedor silêncio do repouso.
Carlos Vogt (Ilhas Brasil, Ateliê Editorial, Cotia: 2002)
suas máscaras, a célula
o mesmo, o outro, o movimento, o pouso
e tudo que não cabe nessas categorias
por conhecimento
a vida
por diversa
cumpre em uníssono o vôo da libélula
e o ensurdecedor silêncio do repouso.
Carlos Vogt (Ilhas Brasil, Ateliê Editorial, Cotia: 2002)
sábado, 31 de julho de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Desconfie
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu!
Luiz Fernando Veríssimo
Luiz Fernando Veríssimo
terça-feira, 15 de junho de 2010
Doido
Entre a volúpia de chegar rapidinho, prefiro a certeza de estar a caminho. É isso no amor também.
Elias Andreato
terça-feira, 1 de junho de 2010
Onde estou?
E então as palavras fugiram de mim.. sinto que perdi minha essência, e até um pouco da minha alma. Como serei um ser sem palavras? Como contarei meus segredos para as estrelas? E como irei me declarar para o mar? Que amo em segredo desde sempre.. E se as palavras nunca mais voltarem para mim? E se minha alma se tornar muda.. morta.. triste.. E se o mundo precisar das minhas palavras? Céus! Como farei? Como conseguirei cantar minhas músicas favoritas? Como poderei passar sem dizer aos meus amigos quão eles são importantes para mim! Sinto que algo está preso na minha garganta.. serão as palavras? Todas elas querendo sair de uma só vez?! Com todos os significados.. e dores.. e amores.. Será que o mundo me calou? Será que as sombras que enfrentei durante toda a minha vida agora estão de volta? Será que vieram me perseguir? Não poderei aguentar isso! As vozes dentro de mim.. pulsam.. não consigo respirar.. estou caindo num buraco sem fim... alguém me estende a mão? Alguém me alcança? Preciso de proteção agora! Consegui gritar! Alguém me ouviu! Onde estou? Meu quarto? Consigo falar! Ainda bem.. foi tudo um sonho!
Texto do blog da Regi Romão: http://www.reromao.blogspot.com/
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Tributo a um amigo
César Crespo. Nome de grande importância para a Cidade Joia. Nome de grande importância para a cultura platinense. Nome de grande importância para a história da cidade. Mas, acima de tudo, nome de grande importância para quem convivia ou simplesmente já teve o prazer de uma conversa com ele.
Pai exemplar, avô exemplar, esposo exemplar, cristão exemplar, amigo exemplar, cidadão exemplar. Uma pessoa que viciava seus amigos com sua alegria, seu bom-humor e sua vivacidade. Foi difícil dizer o “até breve” pela última vez aqui.
Um dos idealizadores do Natal de Luz e grande incentivador, não será esquecido nunca. Sempre veremos sua imagem ali na frente filmando todos os detalhes da apresentação, ou nos corredores do prédio conversando.
Porém, o que mais fará falta será o lado amigo e familiar deste grande homem, não no tamanho físico, mas sim no de seu coração. A dor pela partida é inevitável, entretanto a lembrança dos momentos não passará. O reencontro um dia é a esperança de muitos aqui. E também a certeza. Sua luta, sua garra e seu determinismo emocionaram quem o conhecia. Talvez essa sua certeza e esperança de que tudo iria dar certo tenha sido o motivo do choque pela notícia no último final de semana. Porém, Ele quis este anjo mais perto d’Ele. Não sei se é egoísmo meu querer que o amigo viva para sempre aqui na Terra, mas era o meu desejo. E creio que o desejo de tantos outros que o conhecia.
À família, desejo força neste momento difícil. Contudo, acredito que ele não gostaria de vê-los tristes. Sei que a lembrança daquele sorriso viverá para sempre na memória de seus amigos. Obrigado César por ter sido quem foi!
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Saudade
Saudade que brota do fundo de minh'alma
e chega até meus lábios tristonhos,
saindo como um lamento,
carregado de letras que formam seu nome.
Que sou? Uma pobre criatura infeliz,
a remoer esperanças vãs, que sei,
nunca serão realidade!
Mas o que faço para fugir deste sentimento
que me arrasta até você,
levado somente pela lembrança do som de sua voz,
que ficou como uma suave melodia em meus ouvidos!?
- Maria Alice da Silva -
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Receita de ano novo
Recebi um e-mail com esse poema do Carlos Drummond de Andrade. Tem tudo a ver com a época, com todos os seus clichês imprescindíveis.
Receita de ano novo
(Carlos Drummond de Andrade)
Para você ganhar belíssimo Ano Novo,
Cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação
Com todo o tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido)
Para você ganhar um ano
Não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
Mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
Novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
Novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
Mas com ele se come, se passeia,
Se ama, se compreende, se trabalha,
Você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
Não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
Passa telegramas?)
Não precisa
Fazer lista de boas intenções
Para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
Pelas besteiras consumidas
Nem parvamente acreditar
Que por decreto de esperança
A partir de janeiro as coisas mudem
E seja tudo claridade, recompensa,
Justiça entre os homens e as nações,
Liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
Direitos respeitados, começando
Pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
Que mereça este nome,
Você, meu caro, tem de merecê-lo,
Tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
Mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
Cochila e espera desde sempre.
Pense nisso...
Tenha um FELIZ ANO TODO!
Receita de ano novo
(Carlos Drummond de Andrade)
Para você ganhar belíssimo Ano Novo,
Cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação
Com todo o tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido)
Para você ganhar um ano
Não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
Mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
Novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
Novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
Mas com ele se come, se passeia,
Se ama, se compreende, se trabalha,
Você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
Não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
Passa telegramas?)
Não precisa
Fazer lista de boas intenções
Para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
Pelas besteiras consumidas
Nem parvamente acreditar
Que por decreto de esperança
A partir de janeiro as coisas mudem
E seja tudo claridade, recompensa,
Justiça entre os homens e as nações,
Liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
Direitos respeitados, começando
Pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
Que mereça este nome,
Você, meu caro, tem de merecê-lo,
Tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
Mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
Cochila e espera desde sempre.
Pense nisso...
Tenha um FELIZ ANO TODO!
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Photografia
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
7 de setembro
Acho que ainda é tempo de homenagear minha pátria amada né? Abaixo, o texto escrito e lido por mim no início da Semana da Pátria do CTAM.
"És belo, és forte, impávido, colosso". Sim! Um país lindo pela sua natureza, pela sua cultura, pela sua língua. Lindo por suas praias, suas montanhas, seus campos. Pelo Velho Chico, pelo Rio Amazonas, Rio Paraná, Rio Iguaçu. "Também a beleza deste céu onde o azul é mais azul, na aquarela do Brasil". Um país belo pela sua alegria, pelo Carnaval, pelo frevo, por Parintins, pelo futebol, pela viola. Lindo! Brasil, terra do tupi-guarani, do sotaque dos imigrantes, da Língua Portuguesa que se tornou Língua Brasileira! Brasileira, brasileiro, o maior bem desta terra. Brasil dos baianos, dos paulistas, dos cearenses, dos gaúchos, dos roraimenses, dos paranaenses! Brasil de gente humilde, gente batalhadora, gente educada e gente honesta. Sim, apesar de tudo, gente honesta. Somos a maior nação do mundo. Somos exemplos de trabalho e temos que acordar deste sono inconsciente para ocuparmos nosso lugar. Despertar e ver que temos fartura em tudo! Eu luto para que o Brasil seja a pátria amada, com cidadãos conscientes de seu papel como agentes de mudança para que o país chegue à posição de destaque que merece.
"És belo, és forte, impávido, colosso". Sim! Um país lindo pela sua natureza, pela sua cultura, pela sua língua. Lindo por suas praias, suas montanhas, seus campos. Pelo Velho Chico, pelo Rio Amazonas, Rio Paraná, Rio Iguaçu. "Também a beleza deste céu onde o azul é mais azul, na aquarela do Brasil". Um país belo pela sua alegria, pelo Carnaval, pelo frevo, por Parintins, pelo futebol, pela viola. Lindo! Brasil, terra do tupi-guarani, do sotaque dos imigrantes, da Língua Portuguesa que se tornou Língua Brasileira! Brasileira, brasileiro, o maior bem desta terra. Brasil dos baianos, dos paulistas, dos cearenses, dos gaúchos, dos roraimenses, dos paranaenses! Brasil de gente humilde, gente batalhadora, gente educada e gente honesta. Sim, apesar de tudo, gente honesta. Somos a maior nação do mundo. Somos exemplos de trabalho e temos que acordar deste sono inconsciente para ocuparmos nosso lugar. Despertar e ver que temos fartura em tudo! Eu luto para que o Brasil seja a pátria amada, com cidadãos conscientes de seu papel como agentes de mudança para que o país chegue à posição de destaque que merece.
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